Município de Alenquer

Núcleo Histórico de Aldeia Galega e Aldeia Gavinha

ALDEIA GALEGA DA MERCEANA

«Aldeia Galega é hoje uma pequena povoação que parece ter adormecido no tempo» (O Concelho de Alenquer 1 – Subsídios para um roteiro de Arte e Etnografia).

Sede de freguesia em meados do séc. XIII, recebe de D. Dinis o seu primeiro foral em 1318, reformado em 1513 por D. Manuel, cuja tradição local aponta como sítio de acolhimento para visitantes reais nas suas viagens entre Lisboa e Caldas. Apresenta, na sua generalidade, notável equilíbrio e boa preservação. Destacam-se o Pelourinho Manuelino (Monumento Nacional), a igreja de Nossa Senhora dos Prazeres (Imóvel de Interesse Público), a Igreja da Misericórdia, a Casa da Rainha, a Capela do Espírito Santo, o Fontenário. Bons trechos de arquitetura civil, casas de lavradores abastados, adegas, e uma ou outra casa nobre como a da Quinta do Barão. Apresenta como manifestação cultural a “Feira Renascentista” em que toda a aldeia remonta aos usos e costumes da época numa verdadeira viagem ao passado.

ALDEIA GAVINHA

A sua fundação remonta ao séc. XV, com origem, segundo a tradição local, num casal onde se refugiaram os sobreviventes de um surto de peste que terá dizimado a população de uma povoação vizinha. Aqui foram também encontrados vestígios de ocupação romana no séc. I – lápide sepulcral datada de finais do século I, atualmente no Museu Municipal de Torres Vedras. Entre bons trechos de arquitetura civil, com casas de lavradores abastados, destacam-se, a Igreja de Santa Maria Madalena com azulejos do séc. XVII, a Fonte Gótica no Largo da Fonte, a Casa Palmira Bastos, as capelas do Espírito Santo e de São Sebastião (ruínas), o Cruzeiro e uma casa brasonada. Apresenta como manifestação cultural a Feira do Campo de Aldeia Gavinha, com as suas tasquinhas, provas de vinho, música e outras atrações, evento que tem vindo a atrair um número cada vez maior de visitantes.

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