Município de Alenquer

História

Alenquer, no tempo...

Marcos preponderantes em vários momentos decisivos da história de Portugal.

 
  • 1148

    24 de junho

    • Segundo a tradição, a vila de Alenquer é conquistada aos Mouros por D. Afonso Henriques.
  • 1212
    • Alenquer é entregue ao senhorio da infanta D. Sancha que lhe concede carta de foral.
  • 1216
    • Frei Zacarias, enviado por São Francisco de Assis, funda em Alenquer o primeiro ermitério Franciscano em Portugal.
  • 1223
    • D. Sancho II acorda com suas tias – D. Teresa e D. Sancha – que tivessem, em vida, o Castelo de Alenquer, o qual, por morte, reverteria para a Coroa.
  • 1321
    • A tradição acabou por fixar este ano como o da fundação de uma Casa e Confraria do Espírito Santo, por iniciativa da Rainha Santa Isabel.
  • 1383
    • D. Leonor Teles, com a morte de D. Fernando e temendo pela sua segurança, foge para Alenquer.
  • 1435

    julho-agosto

    • D. Duarte reside em Alenquer. A 12 de Julho, aqui nasce o infante D. Duarte, seu filho, que vem a falecer pouco tempo depois.
  • 1580

    22 de junho

    • D. António, Prior do Crato, é reconhecido em Alenquer como rei de Portugal.
  • 1803

    março

    • Inicia-se, na vila de Alenquer, à beira-rio, a construção da Fábrica de Papel.
  • 1810

    outubro-novembro

    • O marechal Massena fixa o seu quartel-general na vila de Alenquer.
  • 1832

    16 de maio

    • Alenquer é, por decreto, colocada como cabeça de comarca, compreendendo quinze vilas.
  • 1834

    26 de fevereiro

    • É extinta, por Decreto, a Casa do Espírito Santo de Alenquer. Os seus bens e rendimentos são anexados à Santa Casa da Misericórdia desta vila.
  • 1837

    12 de junho

    • Por lei, fica o concelho de Alenquer composto das quatro freguesias da vila e das freguesias de Atouguia (Abrigada), Cabanas de Torres, Cadafais, Carnota, Espiçandeira, Olhalvo, Ota, Palhacana, Paúl de Ota, Santa Quitéria e Vila Nova.
  • 1838
    • Auguste Lafaurie, cidadão francês, manda construir, na vila de Alenquer, uma fábrica de lanifícios, de sistema hidráulico.
  • 1850

    setembro

    • Inicia-se a construção da estrada de Lisboa às Caldas da Rainha, atravessando o concelho de Sul a Norte, passando pelo Carregado, Alenquer e Ota.
  • 1855

    dezembro

    • É extinto o concelho de Aldeia Galega da Merceana. O antigo município é integrado no de Alenquer.
  • 1856

    28 de outubro

    • O rei D. Pedro V inaugura o primeiro troço de linha férrea, Lisboa-Carregado.
  • 1859

    13 de novembro

    • Uma lei põe novamente Alenquer à testa de um círculo eleitoral que compreende Vila Franca de Xira.
  • 1871

    fevereiro

    • É fundada, em Alenquer, por Francisco José Lopes, a Fábrica de Lanifícios da Romeira.
  • 1880

    22 de setembro

    • Os membros do Congresso de Antropologia e História, reunindo em Lisboa, depois da leitura da comunicação da obra de Carlos Ribeiro, «O Homem Terciário», vêm a este concelho, em excursão a Ota.
  • 1889

    outubro

    • É criada, por decreto, uma escola de desenho industrial em Alenquer, com o nome de Damião de Góis.
  • 1890

    janeiro

    • Inaugura-se o novo edifício dos Paços do Concelho de Alenquer.
  • 1909

    23 de dezembro

    • Inundações em Alenquer atingem os 2.40 metros.
  • 1910

    16 de julho

    • Decreto classifica como Monumentos Nacionais o Túmulo de Damião de Góis (Igreja da Várzea), o Portal Manuelino do Convento de São Francisco e o Pelourinho de Aldeia Galega da Merceana.

    5 de outubro

    • Bernardino Machado toma conhecimento, em Alenquer, da implantação da República.
  • 1941
    • Em virtude do já então longo período de ruína da Igreja da Várzea, e por iniciativa da Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, desloca-se o túmulo e trasladam-se os presumíveis restos mortais de Damião de Góis, e também os presumíveis restos de sua mulher, para a Igreja de São Pedro.
  • 1945

    20 de dezembro

    • Inundações em Alenquer chegam aos 2.20 metros.
  • 1946
    • O Ministério das Obras Públicas, através da Direção Geral dos Serviços Hidráulicos, inicia obras de retificação, canalização e limpeza do curso do Rio de Alenquer, tendo como principal objetivo atenuar as cheias periódicas a que a vila esteve sempre sujeita. Ao mesmo tempo é posto em execução um plano de urbanização que virá a remodelar toda a baixa ribeirinha, estrangulada em termos de trânsito e sem possibilidade de crescimento, com a construção de duas avenidas marginais e de novos quarteirões na margem esquerda, o que implica várias expropriações e demolições.
  • 1955

    Conclui-se o plano de urbanização da baixa de Alenquer.

  • 1967

    26 de novembro

    • Inundações em Alenquer, as maiores e mais catastróficas de que há memória, atingem os 3,7 metros.
  • 1968

    dezembro

    • É montado pela primeira vez, na encosta da vila, o Presépio Monumental de Alenquer, da autoria de Álvaro Duarte de Almeida.
  • 1983
    • Inundações em Alenquer atingem um nível pouco acima de um 1,5 metros.
  • 1990

    17 de julho

    • Por decreto n.º 29/90 a Estação Arqueológica da Pedra de Ouro (Castro da Pedra de Ouro) é classificada como Monumento Nacional.
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